Dicas


A Importância do Aquecimento

Para desempenhar-mos qualquer atividade física é importânte o aquecimento corporal. Os músculos necessitam de calor, por isso precisamos pré aquecer o nosso corpo para a atividade desejada. Ao executar um tipo de aquecimento simples por exemplo, corridas curtas, pular cordas, saltos no lugar, nosso coração aumenta a frequência, elevando assim a pressão sanguínea (o sangue corre mais rápido nas artérias), o corpo entra em calor. Porém somente isto não é suficiente para estar aquecido, os músculos, articulações e tendões necessitam de uma preparação mais específica que são os alongamentos. Ao executar exercícios de alongamento específicos para os músculos por exemplo, o mesmo estará gradativamente se tornando mais elástico e mais contrátil, ao alongar uma determinada articulação ou tendão (panturilha e ombro), os mesmos estarão entrando em calor preparados para a atividade. Não adianta sacar para aquecer a articulação do ombro, é importante um alongamento específico para a articulação. Assim vale para os cotovelos, para a coluna, para a musculatura da coxa (anterior e posterior, etc.). Alongar exige muito pouco tempo e espaço, pois em menos de cinco minutos você estará leve e solto preparado para a atividade sem risco de contusão.

 

Por Marcelo Ribeiro Cunha

Condicione sua Mente

O treinamento de tênis, não serve apenas para adaptar o corpo para o jogo de tênis propriamente dito, mas serve principalmente para condicionar a sua mente em algo que realmente você possa fazer. Por exemplo, nós treinamos o golpe de direita (forhand para os destros), para que a mecânica do golpe seja aperfeiçoada, mas antes disso, o importante é deixar que a nossa mente acredite que nós podemos colocar a bola em determinado lugar da quadra de seu adversário. Por esse motivo que tem muita gente, principalmente juvenis, que treina muito e chega na hora do jogo não consegue executar o que treinou na hora do jogo. E em contrapartida tem muita gente que fica parado um tempo de jogar, consegue surpreendentemente apresentar um tênis de nível aceitável, devido ao fato de estar com uma cabeça mais tranquila. Por isso que, hoje em dia, os treinadores, tanto de academias, como de clubes, que treinam garotos de várias faixas etárias, estão adquirindo o treinamento com alvos (cones, cordas, etc), para que na hora do jogo, as coias ficam mais fáceis e a bola tenha mais direção. Conclusão: É muito importânte você condicionar a sua mente e ter uma estratégia bem definida antes de entrar na quadra. Não se preocupe com o seu adversário, se preocupe em primeiro lugar com o seu jogo e tenha confiança em executar o seu plano de jogo pré-determinado.

 

Por Marcelo Ribeiro Cunha

Vá à Rede Volear

Uma grande qualidade que todo grande jogador de duplas tem, é a habilidade de saber quando ser agressivo e quando jogar com segurança quando está perto da rede. Um bom jogador de duplas, perceberá a quando dar uma bola alta que flutuará até a quadra aberta ou saberá tirar o peso da bola para que ela caia no pé de seu adversário. Um bom jogador de duplas também saberá que às vezes quando a bola está baixa, ele deverá colocar uma bola alta de volta à linha de fundo da quadra do oponente. Muitos jogadores de nível intermediário tem apenas uma dimensão com o seu jogo de rede. Ou eles são muito agressivos batendo forte todos os voleios, ou eles são muito defensivos, quando ficam apenas bloqueando a bola do adversário. Lembre-se, um bom jogador de rede, sabe variar os dois tipos de bolas e com isso executar diferentes tipos de jogadas. Eu recomendo que na hora do treino de voleio, o jogador deverá executar os dois tipos de bolas, a agressiva e a defensiva, e de preferência, treinar as duas bolas juntas intercalando-as. Para que o treino seja mais proveitoso ainda, treinar voleios com bolas baixas, porque ajudam a aperfeiçoar o golpe. Faça você mesmo uma área designada para acertar o seu voleio, para que o segundo kique da bola no chão seja fora da quadra de simples. Quando o voleio for lento e baixo, abaixe os seus joelhos e abra a cara da raquete com o intuito de que a bola suba e caia na mesma área que você designou. Uma vez que você praticou isso suficiente, você estará pronto para aplicar automaticamente essas dicas em jogos de duplas e até mesmo para jogos de simples. Tente essas dicas no treino e lembre-se: Não espere a bola chegar até você para volear, vá de encontro a bola. Seguindo essas dicas, você fará que seu voleio passe a ser um dos seus golpes favoritos e algo que te dê segurança para as horas que estiver jogando mal no fundo.

Por Marcelo Ribeiro Cunha

Pressione Quando Quebrarem seu Serviço

Uma das regras básicas do tênis moderno, é a manutenção do seu saque. Quando você estiver sacando, você deverá se manter no ataque o tempo todo, já que a quebra do seu serviço poderá lhe custar o set. Quando estiver recebendo, você deverá tentar dificultar o máximo a confirmação do saque do adversário e uma das dicas é, tentar prologar ao máximo o game em que você estiver na posição de devolução. A preocupação maior é quando você estiver sacando e tenho por experiência, uma regrinha básica do tênis para passar para vocês. Quando o adversário quebrar o seu saque, despeje todas as energias no game seguinte, pois é natural um certo relachamento psicológico de seu oponente durante o game em que ele irá sacar e é nesse momento que você deverá quebrar o saque dele de volta e empatar a partida novamente. Lembre-se disso e espero que tenha sucesso. Qualquer comentário, não exite, me escreva!

Por Marcelo Ribeiro Cunha



Regras


REGRAS

R E G R A S D E T Ê N I S
Regra 1
A QUADRA (Antiga 1 e 34)
A quadra deve ser um retângulo de 23,77 m de comprimento por 8,23 m de largura, para os jogos de
simples. Para os jogos de duplas e quadra deve medir 10,97m de largura.
Deve ser dividida ao meio por uma rede suspensa através de uma corda ou cabo metálico, e ser suspensa
por dois postes numa altura de 1,07m. A rede deve estar completamente estendida de modo que não haja
espaço entre os dois postes da rede e ter uma malha suficientemente pequena para que a bola não passe
através dela. A altura da rede no centro da mesma deve ser de 0,914m, a qual deve estar presa no centro
por uma faixa. Uma banda deve tapar a corda metálica ou o cabo do topo da rede. A faixa e a banda da
rede devem ser completamente da cor branca.
• O diâmetro máximo da corda ou cabo de metal é de 0,8cm.
• A largura máxima da faixa central deve ser de 5 cm.
• A faixa da rede deve ter entre 5 cm e 6,35 cm para cada lado.
Para os jogos de duplas, os centros dos postes da rede devem estar a 0,914 m fora da quadra de dupla de
cada lado.
Para os jogos de simples, se a rede de simples é usada, os centros dos postes da rede devem estar a 0,914
m fora da quadra de simples de cada lado. Se uma rede de duplas é usada, então a rede deve ser erguida
por dois postes de simples, cada um com uma altura de 1,07 m , o qual os centros devem estar a 0,914 m
da quadra de simples de cada lado.
• Os postes da rede não podem ter mais que 15cm de diâmetro.
• Os postes de simples não podem ter mais que 7,5 cm de diâmetro.
• Os postes da rede e os postes de simples não podem ter mais que 2,5 cm acima do topo da rede.
As linhas no final da quadra são chamadas de linhas de base e as linhas nas laterais da quadra são
chamadas de linhas laterais.
Duas linhas devem ser estendidas entre as linhas laterais da quadra, medindo 6,40 m de cada lado da rede
paralelas com a rede. Estas linhas são chamadas de linha de serviço. Em cada lado da rede, as áreas entre
a linha de serviço e a rede são divididas em duas partes iguais, que são as áreas de serviço, divididas por
uma linha central. A linha central deve estar estendida paralelamente com as linhas laterais da quadra de
simples e estar no meio delas.
Cada linha de base deve ser dividida ao meio por uma marca central de 10 cm de comprimento, a qual deve
ser estendida dentro da quadra paralela com as linhas laterais da quadra.
• A linha de centro e a marca central devem ter 5 cm de largura.
• As outras linhas da quadra podem ter entre 2,5 cm e 5 cm de largura, exceto as linhas de base, que
podem ter até 10 cm.
Todas as medidas da quadra devem ser feitas de fora das linhas e todas as linhas da quadra devem ser da
mesma cor, claramente contrastando com a cor da quadra.
Regra 2
INSTALAÇÕES PERMANENTES DA QUADRA (Antiga 2)
As instalações permanentes da quadra incluem as partes de trás e as partes do lado, os espectadores, os
estandes e as cadeiras dos espectadores, e todas as outras instalações em volta e acima da quadra, o juiz
de cadeira, os juízes de linha, o juiz de net e os boleiros em suas reconhecidas posições.
2
Em um jogo de simples, jogado com postes de duplas e com postes de simples, o poste da rede e a parte
fora da rede desde o poste de simples é uma instalação permanente e não é considerada como poste da
rede ou parte da rede.
Regra 3
A BOLA (Antiga 3, 13, 27 e 32)
A Federação Internacional de Tênis indica a regra na questão de qual bola ou protótipo está ou não
aprovada para jogo.
Os organizadores do evento devem anunciar antes de começar as disputas:
a) O número de bolas em jogo (2, 3, 4 ou 6).
b) A política de troca de bolas, se tiver.
Trocas de bolas, se houver, devem ser feitas desta maneira:
i. Após um número ímpar de games, que neste caso, a primeira troca de bolas deve ser feita dois
games mais cedo do resto do jogo, pelo aquecimento. O tie-break conta como um game para a
troca de bolas. A troca de bolas não deve ser feita no começo do tie-break. Neste caso, a troca
de bolas deve ser retardada até o começo do segundo game do próximo set, ou
ii. No começo do set.
Se a bola em jogo estoura ou fura durante o ponto, o ponto deve ser jogado novamente.
Caso 1: Se a bola está um pouco murcha (soft) no final do ponto, o ponto deve ser jogado novamente?
Decisão: Se a bola está um pouco murcha (soft), e não estourou, o ponto não deve ser repetido.
Nota: Qualquer bola para ser usada em um torneio o qual está sendo jogado pelas regras de tênis, deve ter
seu nome aprovado pela lista oficial da Federação Internacional de Tênis.
Regra 4
A RAQUETE (Antiga 4)
A Federação Internacional de Tênis indica na questão de qual raquete ou protótipo está aprovada ou não
para jogo.
Caso 1 - Pode haver mais de um jogo de cordas na face de uma raquete ?
Decisão - Não. A regra menciona claramente um padrão e não padrões de cordas cruzadas.
Caso 2 - Pode um padrão de encordoamento ser considerado genericamente uniforme e reto se as cordas
estão em mais de um plano?
Decisão - Não.
Caso 3 - Pode o anti-vibrador ser colocado nas cordas da raquete? Se afirmativo, onde ele pode ser
colocado?
Decisão - Sim, mas este dispositivo só pode ser colocado fora das cordas cruzadas.
Caso 4 - Durante a partida, um jogador acidentalmente quebra a corda de sua raquete. Pode ele continuar
a jogar outro ponto com esta raquete?
Decisão – Sim, exceto quando especificadamente proibido por outros organizadores de evento.
Caso 5: É permitido ao jogador usar mais que uma raquete ao mesmo tempo durante o jogo?
Decisão: Não.
Caso 6 - Pode uma bateria que afete as características de jogo ser incorporada à raquete?
Decisão - Não. Uma bateria é proibida pois é uma fonte de energia.
Regra 5
CONTAGEM NO GAME (Antiga 26 e 27)
3
a) Contagem Padrão
A contagem padrão é chamada sempre com o escore do sacador primeiro:
Sem ponto - “Zero”
Primeiro ponto - “15”
Segundo ponto - “30”
Terceiro ponto - “40”
Quarto ponto - “Game”
Exceto se ambos os jogadores ou time ganharam três pontos, o escore é “Iguais”.
Após “Iguais”, o escore é “Vantagem” para o jogador ou time que ganhar o próximo ponto. Se o mesmo
jogador ou time ganhar o próximo ponto, então ele ganha o “Game”, se o oponente vier a ganhar este
próximo ponto, então o escore é novamente “Iguais”. O jogador/time precisa ganhar dois pontos
consecutivos para ganhar o “Game”
b) Tie-break
Durante o tie-break, os pontos são chamados assim: “Zero”, “1”, “2”, “3”, etc. O jogador ou time que ganhar
primeiro sete pontos ganha o “Game” e o “Set”, desde que tenha uma margem de dois pontos sobre o seu
oponente. Se necessário, o tie-break continua até que esta margem seja atingida.
O jogador que tem a vez de sacar é o sacador no primeiro ponto do tie-break. Os seguintes dois pontos
deverão ser servidos pelo oponente (s) (em duplas, um dos jogadores do time oponente deve servir). Após
este, cada jogador/time deve servir alternadamente por dois pontos consecutivos até o final do tie-break (em
duplas, a rotação dos serviços deve continuar na mesma ordem durante aquele set em curso).
O jogador ou time que serviu primeiro no tie-break deve ser o recebedor no primeiro game do set seguinte.
Regra 6
CONTAGEM NO SET (Antiga 27)
Existem diferentes métodos de contagem no set. Os dois principais são o “Advantage Set” e o “Set com Tiebreak”.
Cada método pode ser usado desde que anunciado antes do começo do evento. Se o método com
Tie-break será usado, então ele deve ser anunciado que ao final do set será jogado como “Tie-break”.
a) “ Advantage Set”
O primeiro jogador/time que ganhar seis games ganha o “Set”, desde que tenha uma margem de
dois games sobre o seu oponente(s). Se necessário, o “Set” deve continuar até esta margem ser
atingida.
b) “Set com Tie-break”
O primeiro jogador/time que ganhar seis games ganha o “Set”, desde que tenha uma margem de
dois games sobre seu oponente(s). Se o escore chega a seis games iguais, um Tie-break deve ser
jogado.
Regra 7
CONTAGEM NO JOGO (Antiga 28)
O jogo pode ser jogado em melhor de 3 sets (o jogador/time precisa vencer 2 sets para ganhar a partida) ou
melhor de 5 sets (o jogador/time precisa vencer 3 sets para ganhar a partida).
Regra 8
SACADOR E RECEBEDOR (Antiga 5)
Os jogadores/times ficam em lados opostos á rede. O sacador é o jogador que coloca a bola em jogo para o
primeiro ponto. O recebedor é o jogador que está pronto para retornar a bola servida pelo sacador.
Caso 1: É permitido ao recebedor posicionar-se fora das linhas da quadra?
Decisão: Sim. O recebedor pode ficar em qualquer posição dentro ou fora das linhas do seu lado da rede.
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Regra 9
TROCA DE LADO E SERVIÇO (Antiga 6)
A troca de lados e a escolha do sacador ou recebedor no primeiro game do jogo deve ser decidida por
sorteio antes do aquecimento. O jogador/time que vencer o sorteio pode escolher:
a) O direito de sacar ou receber no primeiro game do jogo, neste caso o seu oponente(s) pode
escolher o lado da quadra para o primeiro game do jogo; ou
b) O lado da quadra para o primeiro game do jogo, neste caso o seu oponente(s) pode escolher entre
sacar e receber no primeiro game do jogo; ou
c) Requerer que seu oponente(s) faça uma das escolhas acima.
Caso 1: Ambos os jogadores/time tem o direito de novas escolhas se o aquecimento é paralisado e os
jogadores deixam à quadra?
Decisão: Sim. O resultado original do sorteio permanece, mas novas escolhas podem ser feitas por ambos
os jogadores/time.
Regra 10
TROCA DE LADOS (Antiga 16 e 27)
Os jogadores devem trocar de lado ao fim do primeiro, terceiro, e cada subseqüente game ímpar de cada
set. Os jogadores também devem trocar de lado ao final de cada set, a não ser que o número total de games
seja par, neste caso, os jogadores devem trocar de lado no primeiro game do set seguinte.
Durante o Tie-break, os jogadores devem trocar de lado após seis pontos.
Regra 11
A BOLA EM JOGO (Antiga 17)
A não ser por uma falta ou let chamado, a bola está em jogo desde o momento que o sacador golpeia a
bola, e ela se mantém em jogo até o ponto ser decidido.
Regra 12
A BOLA TOCA A LINHA ( Antiga 22)
Se a bola toca a linha, é considerada como se ela tocasse a quadra marcada por esta linha.
Regra 13
A BOLA TOCA UMA INSTALAÇÃO PERMANENTE (Antiga 23)
Se a bola em jogo toca uma instalação permanente após ter tocado na quadra correta, o jogador que
golpeou a bola ganha o ponto. Se a bola em jogo toca uma instalação permanente antes de tocar o solo, o
jogador que golpeou a bola perde o ponto.
Regra 14
ORDEM DE SERVIÇO (Antiga 15 e 35)
Ao final de cada game, o recebedor então será o sacador e o sacador será o recebedor do próximo game.
Em duplas, o time que está ao serviço no primeiro game de cada set decide qual dos dois jogadores servirá
naquele respectivo game. Similarmente, antes do segundo game começar, seus oponentes devem decidir
qual deles deve executar o serviço para aquele game. O parceiro do jogador que serviu no primeiro game
deverá servir no terceiro game e o parceiro do jogador que serviu no no segundo game deverá servir no
quarto game.
Esta rotação continua até o final do set.
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Regra 15
ORDEM DE RECEBIMENTO DE DUPLAS (Antiga 35, 36 e 40)
O time que irá receber no primeiro game do set deve decidir qual jogador deve receber o primeiro ponto no
game. Similarmente, antes do segundo game começar, seus oponentes devem decidir qual dos dois
jogadores deve receber o primeiro ponto deste game. O jogador que foi o parceiro do recebedor do primeiro
ponto deve receber o segundo ponto do game e esta rotação deve continuar até o final do game e do set.
Após o recebedor ter retornado a bola, quaisquer um dos jogadores do time podem golpear a bola.
Caso 1: É permitido a um membro de uma dupla jogar sozinho contra seus oponentes?
Decisão: Não.
Regra 16
O SERVIÇO (Antiga 7)
Imediatamente antes de começar a o serviço, o sacador deve estar parado com ambos os pés atrás da linha
de base e entre a linha imaginária do centro da quadra e a linha lateral.
O sacador deve lançar a bola com a mão em qualquer direção e golpear a bola com a raquete antes que ele
toque o solo. O movimento do serviço é completado quando a raquete do jogador golpeia a bola. O jogador
está apto a usar a raquete para lançar a bola com a raquete se ele tem somente um braço.
Regra 17
SERVINDO (Antiga 9 e 27)
Quando servindo no jogo padrão, o sacador deve ficar atrás alternadamente de cada metade da quadra,
começando da metade direita da quadra em cada game.
No tie-break, o serviço deve ser atrás alternadamente de metade da quadra, com o primeiro sacador
sacando da metade direita da quadra.
O serviço deve passar sobre a rede e tocar a quadra de serviço diagonalmente oposta, antes do recebedor
efetuar o retorno.
Regra 18
FOOT FAULT (FALTA DE PÉ) (Antiga 7 e 8)
O sacador, durante a execução do serviço não poderá:
a) Mudar a sua posição andando ou correndo. Pequenos movimentos dos pés são permitidos; ou
b) Tocar a linha de base da quadra com qualquer pé; ou
c) Tocar a área fora da linha lateral imaginária da extensão da quadra com qualquer pé; ou
d) Tocar a extensão imaginária da marca central com qualquer pé.
Se o sacador quebra esta regra é um “Foot Fault”
Caso 1: Num jogo de simples, está o sacador permitido servir estando posicionado atrás da parte da linha
de base entre a linha da quadra de simples e a linha de duplas?
Decisão: Não
Caso 2: É permitido ao sacador ter um ou ambos os pés fora do chão?
Decisão: Sim.
Regra 19
FALTA DE SERVIÇO (Antiga 10 e 39)
O serviço é uma falta se:
a) O sacador quebra as regras 16, 17 e 18; ou
b) O sacador erra a bola no ar na tentativa de golpeá-la; ou
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c) A bola sacada toca uma instalação permanente, paus de simples ou poste da rede antes de tocar
no solo; ou
d) A bola servida toca o sacador ou o companheiro do sacador, ou qualquer coisa que o sacador ou o
companheiro do sacador use ou carregue.
Caso 1: Após lançar a bola para sacar, o sacador decide não golpeá-la e recolhe a bola. Isso é uma falta?
Decisão: Não. O jogador, que lança a bola e então decide não golpeá-la, é permitido que pegue a bola com
sua mão ou sua raquete, ou que pique a bola novamente no chão.
Caso 2: Durante um jogo de simples, numa quadra com postes de simples a bola servida toca o pau de
simples e então cai na quadra de serviço correta. Este serviço é uma falta?
Decisão: Sim.
Regra 20
SEGUNDO SERVIÇO (Antiga 11)
Se o primeiro serviço é uma falta, o sacador deve servir novamente sem atraso atrás do mesmo lado da
quadra o qual a falta prévia foi servida, a não ser que o serviço tenha sido executado do lado errado da
quadra.
Regra 21
QUANDO SERVIR E RECEBER (Antiga 12 e 30)
O sacador não deve efetuar o serviço se o recebedor não está pronto. Entretanto, o recebedor deve jogar
no passo razoável do sacador e estar pronto para receber quando o servidor estiver pronto para sacar.
O recebedor que tenta devolver o serviço é considerado como pronto para iniciar o ponto. Se é
demonstrado que o recebedor não está pronto, não pode-se chamar uma falta de serviço.
Regra 22
O “LET” DURANTE O SERVIÇO (Antiga 14)
O serviço é um let se:
a) A bola servida toca a rede, faixa ou banda, e de qualquer maneira é boa; ou, após bater na rede,
faixa ou banda, toca o recebedor ou o parceiro do recebedor ou qualquer coisa que ele use ou
carregue antes de bater no solo; ou
b) A bola é servida quando o recebedor não está pronto.
No caso do serviço ser um let, o saque em particular não conta, e o servidor deve servir novamente, mas
um let de serviço não cancela uma falta prévia.
Regra 23
O LET (Antiga 13 e 25)
Em todos os casos que o let é chamado, exceto quando um let no segundo serviço é chamado, todo o
ponto deve ser repetido.
Caso 1: Uma bola está em jogo e outra bola entra na quadra. Um let é chamado. O sacador tinha
previamente servido uma falta. É permitido ao sacador o primeiro ou segundo serviço?
Decisão: Primeiro serviço. Todo o ponto deve ser repetido.
Regra 24.
O JOGADOR PERDE O PONTO (Antiga 18, 19, 20 e 40)
O Jogador perde o ponto se:
a) O jogador serve duas faltas consecutivas; ou
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b) O jogador não consegue retornar a bola em jogo antes que ela pique duas vezes consecutivamente;
ou
c) O jogador retorna a bola em jogo e ela toca o solo, ou um objeto fora da quadra correta; ou
d) O jogador retorna a bola e, antes que ela pique, ela toca uma instalação permanente; ou
e) O jogador deliberadamente toca ou apanha a bola em jogo com sua raquete ou deliberadamente
toca com sua raquete mais de uma vez na bola; ou
f) O jogador ou sua raquete, na sua mão ou não, ou qualquer coisa que ele use ou carregue toque a
rede, os postes da rede, os paus de simples, corda ou cabo de metal, faixa ou banda, ou a quadra
de seu oponente em qualquer tempo enquanto a bola esteja em jogo; ou
g) O jogador golpeia a bola antes que ela passe a rede; ou
h) A bola em jogo toca o jogador ou qualquer coisa que ele esteja usando ou carregando, exceto sua
raquete; ou
i) A bola em jogo toca a raquete quando o jogador não está segurando-a; ou
j) O jogador deliberadamente e materialmente muda a forma de sua raquete enquanto a bola esteja
em jogo; ou
k) Em duplas, ambos os jogadores tocam na bola na tentativa de retorná-la.
Caso 1: Após um serviço, sendo o primeiro serviço, a raquete voa fora da mão do sacador e toca a rede
antes que a bola tenha picado. Este serviço é uma falta ou o sacador perde o ponto?
Decisão: O sacador perde o ponto, porque a raquete toca a rede enquanto a bola está em jogo.
Caso 2: Após um serviço, sendo o primeiro serviço, a raquete voa fora da mão do sacador e toca a rede
depois que a bola picou fora da área correta de serviço. Este serviço é uma falta ou o sacador perde o
ponto?
Decisão: Este serviço é uma falta, pois quando a raquete toca a rede a bola não estava mais em jogo.
Caso 3: Num jogo de duplas, o parceiro do recebedor toca a rede antes da bola que foi servida tocar na
quadra fora do quadrado correspondente ao serviço em questão. Qual a decisão correta?
Decisão: O time do recebedor perde o ponto, porque o parceiro de recebedor tocou a rede enquanto a bola
estava em jogo.
Caso 4: Pode o jogador perder o ponto se ele cruza a linha imaginária da extensão da rede antes ou depois
de golpear a bola?
Decisão: O jogador não perde o ponto em nenhum dos casos desde que ele não toque na quadra do
oponente.
Caso 5: É permitido ao jogador pular sobre a rede e cair na quadra do oponente enquanto a bola está em
jogo?
Decisão: Não. O jogador perde o ponto.
Caso 6: O jogador atira sua raquete enquanto a bola está em jogo. Ambos raquete e bola caem na quadra
do oponente e o oponente está impossibilitado de pegar a bola. Qual jogador ganha o ponto?
Decisão: O jogador que atirou sua raquete perde o ponto.
Caso 7: A bola foi servida e toca o recebedor ou em duplas o parceiro do recebedor antes de tocar no solo.
Qual jogador ganha o ponto?
Decisão: O sacador ganha o ponto, a não ser que seja um let de serviço.
Caso 8: O jogador estando posicionado fora da quadra bate na bola ou apanha a bola antes de efetuar o
pique e reclama o ponto porque a bola definitivamente estava indo para fora da quadra.
Decisão: O jogador perde o ponto, a não ser que efetue um bom retorno, neste caso o ponto continua.
Regra 25
UM BOM RETORNO (Antiga 24)
É um bom retorno se:
a) A bola toca a rede, o poste da rede, os postes de simples, a corda ou metal, a faixa ou banda, e
desde que passe por um ou passe por cima destes e toque o solo da quadra correta; exceto como
está na Regra 2 e 24 (d); ou
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b) Após a bola em jogo tocar o solo no lado correto e com efeito voltar sobre a rede, o jogador alcance
a bola sobre a rede e joga a bola na quadra correta desde que não quebre a regra 24; ou
c) A bola é retornada por fora dos postes da rede, mesmo acima ou abaixo da altura da rede, mesmo
que toque o poste da rede e desde que toque na quadra correta, exceto como está na Regra 2 e 24
(d); ou
d) A bola passa abaixo da rede entre os postes de simples e o adjacente poste de duplas sem tocar a
rede, o cabo da rede, o poste da rede e tocar no solo da quadra correta; ou
e) O jogador retorna a bola em jogo, a qual bate em outra bola na quadra do seu adversário.
Caso 1: O jogador retorna a bola a qual bate num poste de simples e então toca o solo da quadra do
adversário. Este é um bom retorno?
Decisão: Sim. Entretanto, se a bola foi servida e toca o poste de simples, este serviço é uma falta.
Caso 2: Uma bola em jogo bate em outra bola que estava na quadra. Qual a decisão correta?
Decisão: O jogo continua. Entretanto, se não está claro qual é a bola do jogo que foi retornada, um let
deverá ser chamado.
Regra 26
HINDRANCE (OBSTRUÇÃO) (Antiga 21, 25 e 36)
Se o jogador é obstruído em jogo deliberadamente por um ato de seu oponente(s), este jogador deve
ganhar o ponto.
Entretanto, o ponto deve ser repetido se o jogador que foi obstruído em jogo foi causado por um ato não
intencional de seu oponente(s), ou alguma coisa fora do controle dos jogadores (não incluindo uma
instalação permanente).
Caso 1: Um toque duplo na raquete não intencional é considerado Hindrance?
Decisão: Não. Veja também na Regra 24 (e).
Caso 2: O jogador reclama que parou o ponto porque pensou que seu oponente(s) foi obstruído. Isto é
Hindrance?
Decisão: Não. O jogador perde o ponto.
Caso 3: Uma bola em jogo acerta um pássaro voando sobre a quadra. Isto é Hindrance?
Decisão: Sim, o ponto deve ser repetido.
Caso 4: Durante o ponto, a bola ou outro objeto está caído na quadra do mesmo lado do jogador e o ponto
já tinha começado. Isto é Hindrance?
Decisão: Não
Caso 5: Em duplas, onde o parceiro do sacador e o parceiro do recebedor devem posicionar-se?
Decisão: O parceiro do sacador e o parceiro do recebedor podem posicionar-se em qualquer posição em
seu próprio lado da rede, dentro ou fora da quadra. Entretanto, se o jogador está criando um Hindrance ao
oponente(s), a regra de Hindrance deve ser usada!
Regra 27
CORRIGINDO ERROS (Nova)
Como princípio, quando um erro a respeito das Regras de Tênis é descoberto, todos os pontos previamente
jogados permanecem. Erros descobertos devem ser corrigidos como a seguir:
a) ( Antiga 9 a, 11 & 27 b.iii)
Durante a disputa de um game ou um tie-break, se o jogador saca do lado errado da quadra,
então deve ser corrigido assim que o erro for descoberto e o sacador deve sacar do lado correto
da quadra de acordo com o escore. Uma falta de serviço que foi sacada antes do erro ser
descoberto permanece.
b) ( Antiga 16 )
Durante a disputa de um game ou um tie-break, se os jogadores estão posicionados em lados
errados na quadra, o erro deve ser corrigidos tão logo seja descoberto e o sacador deve servir
do lado correto da quadra de acordo com o escore.
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c) ( Antiga 15 & 37)
Se o jogador serve fora da ordem durante um game, o jogador que deveria originalmente sacar
deve fazê-lo tão logo o erro seja descoberto. Entretanto, se o game é completado antes que o
erro seja descoberto, a ordem de serviço deve permanecer alterada.
Uma falta que for servida pelo oponente (s) antes do erro ser descoberto não permanece.
Em duplas, se os jogadores de um time sacam fora de ordem, uma falta que for servida antes
do erro ser descoberto permanece.
d) ( Antiga 27, Caso 3 )
Se o jogador serve fora da ordem durante o tie-break, e o erro é descoberto após um número
par de pontos, ter sido jogado, o erro é corrigido imediatamente. Se o erro é descoberto após
um número ímpar de pontos ter sido jogado, então a ordem de serviço permanece alterada.
Uma falta de serviço feita pelo oponente antes que o erro for descoberto não permanece.
Em duplas, se os jogadores de um time sacam fora de ordem, uma falta que for servida antes
do erro ser descoberto permanece.
e) ( Antiga 38)
Durante um game ou um tie-break em duplas, se ocorre um erro na ordem de recebimento, esta
deve permanecer alterada até o final daquele game em que o erro for descoberto. Para o
próximo game em que a dupla será recebedora no set, os jogadores devem assumir sua ordem
original de recebimento do saque.
f) ( Antiga 27, Caso 1 )
Se um erro no tie-break é descoberto em 6 games iguais, quando tinha sido previamente
acordado que o set seria jogado como “Advantage set”, o erro deve ser corrigido imediatamente
se somente um ponto foi jogado. Se o erro for descoberto após o segundo ponto, o set deve
continuar como “tie-break ”.
g) ( Antiga 27, Caso 2)
Se ocorre um erro num game normal que começou como 6 games iguais, quando tinha sido
previamente acordado que o set seria com “tie-break”, o erro deve ser corrigido imediatamente
se somente um ponto foi jogado. Se o erro é descoberto após o segundo ponto em jogo, então
o set continua como “ Advantage set” até o escore alcançar 8 games iguais ( ou um número par
mais alto ), quando o tie-break então deve ser jogado.
h) (Nova)
Se um erro em um “ Advantage set” ou “Tie-break set” é descoberto, quando tinha sido
previamente acordado que o set final seria decidido no match tie-break, o erro deve ser
corrigido imediatamente se somente um ponto foi jogado. Se o erro é descoberto após o
segundo ponto, o set continua até um dos jogadores ou time ganhar três games ( e o set em
curso ) ou se o escore alcançar um empate em dois games, então um match tie-break deve ser
jogado. Entretanto, se o erro é descoberto após o quinto game ter começado, o set então
continuará com um tie-break set.
i) ( Antiga 32 )
Se as bolas não são trocadas na seqüência correta, o erro deve ser corrigido quando o
jogador/time que deveria sacar com bolas novas for sacar novamente. Depois disso, as bolas
devem ser trocadas entre os números de games originalmente acordados. As bolas não devem
ser trocadas durante um game.
Regra 28
REGRA PARA OS OFICIAIS NA QUADRA (Antiga 29)
Para jogos onde oficiais são apontados, suas regras e responsabilidades estão no Regras para os Oficiais
em Quadra (Anexo 5).
Regra 29
JOGO CONTÍNUO ( Antiga 29 & 30)
Como princípio, o jogo deve ser contínuo, desde o momento que o jogo começa (quando o primeiro serviço
do jogo é posto em quadra) até o final do jogo.
a . Entre pontos, o máximo de vinte (20) segundos é permitido. Quando os jogadores trocam de
lado no final do game, o máximo de noventa (90) segundos é permitido. Entretanto, após o
primeiro game de cada set e durante o tie-break, o jogo deve ser contínuo e os jogadores
devem trocar de lado sem descanso.
No final de cada set então o set break deve ter no máximo cento e vinte (120) segundos.
O tempo máximo começa desde o momento que o ponto foi terminado até o próximo golpe
ser efetuado para o próximo ponto.
10
Organizadores de circuitos profissionais podem aplicar para a aprovação da ITF para
estender os noventa (90) segundos permitidos quando os jogadores trocam de lado no final
do game e os cento e vinte (120) segundos permitidos no set break.
b . Se, por razões fora do controle do jogador, sua roupa, tênis, ou equipamento necessário
(excluindo raquete), estão quebrados ou necessitam ser trocados, o jogador pode ter um
tempo extra razoável para retificar este problema.
c . Nenhum tempo extra deve ser dado ao jogador para recuperar sua condição física.
Entretanto, se o jogador sofrer uma condição médica tratável pode ser permitido um tempo
médico de três minutos para esta condição.
O número limite para toilete/troca de roupa pode ser permitido, se for anunciado antes de
começar o evento.
d . Organizadores de eventos podem permitir um descanso de no máximo dez (10) minutos se
for anunciado antes de começar o evento. Este período de descanso deve ser tomado após
o 3° set numa melhor de 5 sets, ou após o 2° set numa melhor de 3 sets.
e . O tempo de aquecimento deve ser de no máximo cinco (5) minutos, a não ser que seja
decidido de outra forma pelos organizadores.
Regra 30
INSTRUÇÃO ( Antiga 31)
Instrução é considerado como uma comunicação, conselho ou instrução de qualquer tipo, audível ou visível,
para o jogador.
Em eventos por equipes, quando um capitão da equipe está sentando na quadra, o capitão da equipe pode
dar instrução ao (s) jogador (es) durante o set break e quando os jogadores trocarem de lado na quadra,
mas não quando os jogadores trocam de lado após o primeiro game de cada set e também não durante o
tie-break.
Em todos os outros jogos, a instrução não é permitida.
Caso 1: É permitido ao jogador receber instrução, se o seu técnico o está fazendo por sinais de maneira
discreta?
Decisão: Não.
Caso 2: É permitido ao jogador receber instrução quando a partida é suspensa?
Decisão: Sim.

REGIMENTO INTERNO F.C.T.

CAPITULO I

 
Do Regimento Interno
 
Art. 1º - Todas as competições tenísticas do Estado de Santa Catarina deverão obedecer ao presente Regimento.
 
Art.2º - Todo tenista inscrito em qualquer competição organizada ou autorizada pela Federação Catarinense de Tênis (FCT) estará sujeito às disposições deste Regulamento.
 
 
CAPITULO II
 

Art. 3º - Somente os tenistas devidamente registrados na FCT, inscritos para a temporada, poderão tomar parte nas competições por ela organizadas ou autorizadas.

                       

            Par. 1º - Os tenistas com inscrição avulsa na FCT, que são os tenistas sem vínculo em qualquer entidade filiada ou registrado em outra federação, poderão participar de competições organizadas ou autorizadas pela mesma.

 

Par. 2º - Nas competições abertas organizadas ou autorizadas pela FCT também poderão participar tenistas federados por outros Estados, se assim prever o regulamento do torneio.

 

Par. 3º - Nos torneios microrregionais, regionais e demais supervisionados pela FCT há a necessidade do tenista ser cadastrado na entidade.

 

Art. 4º - O registro do tenista será concedido mediante pedido por ele assinado, caso do parágrafo primeiro do artigo anterior, ou por diretor credenciado pela entidade a que o atleta pertencer, acompanhado de um documento de identidade ou certidão de nascimento, uma foto 3x4, ficha cadastral preenchida, pagamento de anuidade e cadastro provisório realizado diretamente na página www.fct.org.br. A FCT somente vinculará um tenista à algum clube ou academia, mediante declaração assinada pelo tenista autorizando tal procedimento. Não serão aceitas fichas de cadastro sem cópia de documento de identidade anexada.

 

Par. 1º - Por ocasião do registro, a FCT fornecerá um código para sua identificação, login e senha no portal, contendo seu nome, número de registro, data de nascimento, prazo de validade, com o qual ele poderá se inscrever em torneios da FCT através do portal (torneios Estaduais) e pelo qual ele será reconhecido pela entidade.

 

Par. 2º - O registro do tenista terá validade para o ano fiscal (janeiro a dezembro), mediante requerimento do tenista avulso ou da entidade a que o tenista estiver vinculado e o pagamento da respectiva taxa de anuidade.

 

Par. 3º - Os tenistas nas categorias 10 anos dos torneios Estaduais Infanto-Juvenil), tenistas das categorias femininas dos torneios Estaduais Seniors, tenistas das classes femininas dos torneios Estaduais por Classe e todos os tenistas que se cadastrarem junto a FCT em 2008 e disputem somente os torneios microrregionais e regionais estarão isentos da taxa de filiação e anuidade para o exercício de 2008.

 

Par. 4º - Independentemente do período do registro, a FCT cobrará do tenista taxas individuais de inscrição para cada competição oficial que o tenista participe.

 

Art. 5º - O tenista pertencente a entidade filiada não poderá tomar parte em competições promovidas por entidades não filiadas ou por associações e entidades de outros Estados ou países sem a devida licença da FCT e CBT, no caso de competições em outros países, a qual deverá ser solicitada pelo atleta, com o "de acordo" da entidade a que pertence, observada a legislação específica.

 

Par. 1º - A FCT dará permissão para que seus atletas participem das competições referidas neste artigo somente quando não haja prejuízo à execução do seu calendário.

 

Par. 2º - Atletas com débito em aberto com a FCT, terão a participação em eventos estaduais e nacionais supensas até a devida regularização.

 

Par. 3º - Em se tratando de competição da CBT, a FCT procurará, na medida das possibilidades, conciliar a participação do atleta na mesma, sem prejuízo da sua participação na competição prevista no calendário estadual.

 
 
CAPITULO III
 
Da Transferência dos Tenistas
 

Art. 6º - A transferência de tenista entre entidades filiadas à FCT será feita mediante requerimento da entidade para a qual o atleta pretende se transferir, contendo o "de acordo" do próprio tenista, o número de seu registro, categoria e/ou classe a que pertence e a data da realização da última competição oficial de que participou.

 
Par. Único - O tenista procedente de outra Federação também deverá anexar cópia de seu registro nela.
 

Art. 7º - O tenista pontuará para o clube transferido a partir da sua transferência pela FCT podendo ocorrer em um prazo de até 30 (trinta) dias. Os pontos adquiridos até esse momento ficarão para o clube anterior. O total de pontos pertencerá somente ao ranking individual do tenista.

 

Art. 8º - O pedido de transferência produz efeitos a partir da sua entrada no protocolo da FCT. A Federação, porém dará publicidade da transferência no primeiro Boletim Oficial que circular após a entrada do pedido.

 
 
CAPITULO IV
 
Das Competições
 
SEÇÃO I
 
Dos Campeonatos e Torneios
 

Art. 9º - A FCT organizará as competições necessárias ao desenvolvimento do tênis em Santa Catarina, elaborando os respectivos regulamentos dentro do que prescreve este Regimento e observadas as regras internacionais.

 
Art. 10 - A FCT organizará todos os anos, devendo constar obrigatoriamente no seu calendário, as seguintes competições:
 
I - Campeonatos do Estado e Regiões:
 
                        A.1.) por Categoria (segundo a Idade do tenista, simples e duplas):
 
1 – Infantil – para as idades de até 10, 11/12 e 13/14 anos masculino e feminino;
2 – Juvenil – para as idades de 15/16 e 17/18 anos masculino e feminino;

3 - Adultos – para tenistas acima de 13 anos no feminino e masculino, e os 4 (quatros) primeiros do ranking da 11/12 anos no feminino e masculino;

4 – Pré-veteranos – para tenistas de 35 a 39 anos, masculino;
5 – Veteranos I – para tenistas de 40 a 44 anos, masculino;
6 – Veteranos II – para tenistas de 45 a 49 anos, masculino;
7 - Veteranos III – para tenistas de 50 a 54 anos, masculino;
8 – Veteranos IV – para tenistas de 55 a 59 anos, masculino;
9 – Veteranos V – para tenistas de 60 a 64 anos, masculino;
10 – Veteranos VI – para tenistas acima de 65 anos, masculino;
11 – Damas I – para tenistas de 35 a 44 anos, feminino;
12 – Damas II – para tenistas de 45a 54 anos, feminino;
13 – Damas III – para tenistas acima de 55 anos, feminino.
 
A.2.) por duplas nos Pré Veteranos e Veteranos divididos em:
 
1-      35 a 45 anos;
2-      acima de 45.
 
A.3.) por duplas nas Damas disputas em categoria única.
 
B) por Classe (segundo o nível técnico dos tenistas) de simples:
 
1 - 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª classe e Iniciantes masculina;
2 - 1ª, 2ª, 3ª, 4ª classe e Iniciantes feminino;
3 - VIP masculino e VIP feminino.
 
Classes
 

Par. 1º - A classe VIP será formada por tenistas acima de 31 (trinta e um) anos, inclusive, provenientes da primeira classe e da 2º Classe B masculina (conforme Art. 59 item VI).

 

Par. 2o – O por Classe e infantil até 11/12 anos será disputado também na forma de microrregionais, em qualquer cidade, contando pontos para o ranking Estadual.

 

Par. 3º - Para efeito de ranking da 1ª classe masculina e feminina serão computados os pontos dos tenistas devidamente em dia com esta Federação, participantes dos torneios profissionais promovidos pela entidade – circuito profissional, pré-qualifying de torneios ITF e microrregionais.

 

Par. 4 – Para os torneios da 1ª Classe nos Estaduais será oferecido uma premiação de R$ 2000,00 para o naipe masculino e R$ 1000,00 para o feminino. Podendo participar desta os tenistas classificados como 1ª Classe e os tenistas da classe VIP desde que tenham jogado a 1ª Classe.

 
Seniors
 
Par. 6º - O campeonato de Veteranos contará com 05 (cinco) etapas, sendo que a última terá pontuação de master.
 
A) Sistema de round robin (todos contra todos) no mínimo de 3 (três) e no máximo de 5 (cinco) atletas.
 
B) Até dezesseis jogadores, a elaboração das chaves será por critério de grupos (até 4 grupos de 4 jogadores).
 
C)   Chave com mais de 16 jogadores será em sistema de eliminatória simples.
 
D) Nos clubes que forem realizados os torneios com no mínimo 6 (seis) quadras, os tenistas poderão fazer inscrição de duplas.
                   Obs.: Será informado no início do torneio pela organização.
 

E)   O clube que sediará uma etapa do Seniors deverá ter atletas do clube participando, caso contrário, não será realizado a referida etapa.

 

Par. 7º - As divisões em categorias nos torneios de Seniors serão feitas por idade, contudo, nas categorias 35M, 40M, 45M, 50M e 55M serão divididas em A e B conforme sua classe. As categorias A serão compostas por tenistas provenientes das classes 1M, VIP e 2MB e as categorias B por tenistas provenientes das classes 3MB, 4MB, 5MB, 6MB e INMB.

 

Par. 8º - As inscrições de duplas de Veteranos serão efetuadas no início do evento de simples, sendo o sorteio das chaves realizada pelo Árbitro Geral logo após o encerramento das inscrições. Para a composição das duplas deverá ser observado o critério de elaboração:

 
A)      Masculino – duas categorias: 35 a 45 anos, acima de 45 anos. Feminino – classe única.
B)      Não será permitida a composição de duplas mistas.
C)      A pontuação será a mesma de simples.
 
Par. 9º - Os jogos poderão começar a partir de sexta-feira a partir das 14 horas caso seja necessário.
 

Par. 10º - Será integrado à inscrição o valor de R$10,00 para que o clube-sede realize o jantar da etapa. Não é facultativo. Todos os inscritos deverão pagar a taxa.

 
Par. 11 - Fica sob responsabilidade do clube-sede providenciar camisetas e água para o torneio, além de indicar pelo menos dois hotéis. 50% das bolas da competição ficam para o clube-sede caso a FCT, via CBT, renove o contrato com a Dunlop.
 
Par. 12 - Jogos com 3 sets, 2 com vantagem, regra tie-breakão. Duplas com set profissional.
 
Infanto-Juvenil
 

Par.14 - Os clubes para sediarem os torneios Infanto-Juvenis deverão ter no mínimo 09 (nove) quadras suas ou somando-se a sede secundária de sua responsabilidade, caso esta especificação não seja cumprida a FCT se reserva o direito de levar o respectivo torneio para outra sede

 
Par. 15º - Os jogos poderão começar a partir de quinta-feira a tarde no caso de realização de qualyfine.
 
III – Dos Regionais:
 
A)      Infantil – para as idades até 10 e 11/12 anos masculino e feminino.
B)   Por Classe (segundo o nível técnico dos tenistas) de simples:
 
1 – 1ª (Profissional), 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª classe e Iniciantes masculina;
2 - 1ª, 2ª, 3ªe 4ª classe feminina;
3 - VIP masculino e VIP feminino.
 

Par. 1º – São disponibilizadas 03 datas anuais pela Federação Catarinense de Tênis para a realização dos campeonatos regionais. O critério de elegibilidade destas datas obedece ao calendário da Federação Catarinense de Tênis, com prioridade também para os torneios da Confederação Brasileira de Tênis e Federação Internacional de Tênis (ITF).

 

Par. 2º - Todos resultados das etapas dos regionais de cada tenista somam pontos para o ranking estadual e em valor maior que os torneios microrregionais.

 

Os regionais acontecerão respectivamente nas regiões à saber: 1) Florianópolis, Criciúma, Lages, Tubarão, Araranguá, Laguna, Orleans, Içara e Tijucas; 2) Itajaí, Joinville, Blumenau, Brusque, Balneário Camboriú, Indaial, Jaraguá do Sul, Gaspar, Timbó, São Bento do Sul e Rio Negrinho; 3) Chapecó, Xanxere, Itá, Concórdia, Canoinhas, Xaxim, Videira, São lourenço do Oeste, Porto União e Caçador. Outras cidades poderão ser adicionadas a estas regiões a qualquer momento.

 

Os tenistas preferencialmente devem disputar os regionais nas regiões as quais seus clubes estejam filiados ou no caso de tenistas avulsos nas regiões de residência, contudo, caso seja de seu interesse e necessidade, fica liberada a participação em regional diferente do seu regional de origem. Alterado em Assembléia Geral em 12 de julho de 2008.

 

(Revogado em Assembléia Geral em 12 de julho de 2008) Os tenistas apenas poderão jogar fora de suas regiões em caso de não haver competição na sua região de origem, contudo, o mesmo só será aceito em outro regional caso tenha efetuado a sua inscrição dentro do prazo normal, sem a possibilidade de se inscrever como alternate.

 
II – Dos Microrregionais
 
A)      Infantil – para as idades até 10 e 11/12 anos masculino e feminino.
B)   Por Classe (segundo o nível técnico dos tenistas) de simples:
 
1 – 1ª (Profissional), 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª classe e Iniciantes masculina;
2 - 1ª, 2ª, 3ªe 4ª classe feminina;
3 - VIP masculino e VIP feminino.
 

Par. 1º – São disponibilizadas 04 datas anuais pela Federação Catarinense de Tênis para as promotoras realizarem os campeonatos microrregionais. Há possibilidade de homologação extra para etapa máster dos circuitos, desde que as mesmas contem pontos como as demais etapas para o ranking catarinense. O critério de elegibilidade destas datas obedece ao calendário da Federação Catarinense de Tênis, com prioridade também para os torneios da Confederação Brasileira de Tênis e Federação Internacional de Tênis (ITF). Caso necessite de mais do que 04 datas, a FCT disponibiliza outras datas extras que não pontuam para o ranking estadual, desde que previamente solicitadas e aprovadas em reunião de diretoria. Poderão acontecer mais de um microrregional na mesma cidade e ao mesmo tempo.

 

Par. 2º - Somente os quatro melhores resultados de cada tenista em todas as etapas microrregionais somam pontos para o ranking estadual.

 

O clube que sediar um evento não oficial irá pagar multa 10 vezes maior que o valor da bimestralidade do filiado e perderá 30% da pontuação do ranking geral de clubes da FCT até a data do evento, e a suspensão no período de 01 mês a 01 ano; além disso, as promotoras, clubes ou filiados que promoverem esses eventos não mais realizarão torneios em parceria com a FCT. 

Os tenistas que participarem de eventos não homologados serão suspensos pelo período de 01 mês a 01 ano e ficarão impossibilitados de participarem dos torneios, microrregionais, estaduais, nacionais e internacionais (FCT, CBT e ITF).

Todos os tenistas que se filiarem a FCT no ano de 2008 estarão automaticamente isentos da taxa de anuidade desde que disputem somente os torneios regionais e microrregionais.

IV – Campeonatos Interclubes (Abertos a todas entidades filiadas):
 
A)      por Equipe, masculino e feminino.
 
1) Grupo “A” - aberto
2) Grupo “B” - acima de 30 anos (3ª a 6ª classes no masculino e 3ª a 4ª classes no feminino).
 
B)      por Classes:
 
1) 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª classe masculina;
2) 2ª, 3ªe 4ª classe feminina;
3) VIP masculino e VIP feminino.
 

Par. 1º - Os tenistas participantes pontuarão individualmente em suas respectivas classes. A soma da pontuação individual dos atletas resultará na pontuação total dos clubes, que receberá bonificação conforme a sua colocação.

 
SEÇÃO II
 
Da Organização e Direção
 

 


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